Rogerio Rodrigues mar
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Disney Libera Trailer do Live-Action de Lilo & Stitch, Cheio de Emoção e Nostalgia

Disney Libera Trailer do Live-Action de Lilo & Stitch, Cheio de Emoção e Nostalgia

A Disney finalmente revelou o tão aguardado trailer do *live-action* de Lilo & Stitch, gerando grande expectativa entre os fãs. Com estreia programada para 23 de maio de 2025, o filme promete trazer uma nova visão da clássica animação de 2002. O trailer, lançado oficialmente em 12 de março de 2025, oferece um vislumbre emocionante sem deixar de lado as icônicas referências que marcaram a infância de muitos.

Dirigido por Dean Fleischer Camp, conhecido por *Marcel the Shell with Shoes On*, o filme apresenta Maia Kealoho, uma talentosa estreante, no papel de Lilo Pelekai. A trama acompanha a jovem em sua jornada com Stitch, um alienígena travesso fruto de um experimento. A narrativa, como é tradição, enfatiza os temas centrais de família, ou 'ohana', e responsabilidade, cativando o coração do público.

O elenco de apoio está repleto de rostos conhecidos. Zach Galifianakis assume o papel do Dr. Jumba Jookiba, trazendo seu habitual toque de humor. Billy Magnussen interpreta o atrapalhado Agente Pleakley, enquanto Courtney B. Vance aparece como o icônico Cobra Bubbles. E, claro, Chris Sanders retorna como a icônica voz de Stitch, garantindo que o alienígena azul mantenha sua personalidade única e encantadora.

A produção do filme, contudo, enfrentou desafios inesperados. Um incidente de incêndio atrasou as filmagens, mas a equipe superou as adversidades para manter a data de estreia. Este contratempo não pareceu abalar a determinação de Fleischer Camp e sua equipe, que se esforçaram para trazer à vida uma adaptação fiel e emocionante.

Com este filme, a Disney reforça sua tradição de transformar animações queridas em *live-actions*, recebendo críticas tanto positivas quanto céticas sobre o desafio de capturar a essência das histórias originais. Assim como sucessos anteriores no mesmo formato, espera-se que Lilo & Stitch conquiste uma nova geração e reavive memórias para quem cresceu com a história.

Rogerio Rodrigues

Rogerio Rodrigues

Sou Otávio Ramalho, jornalista especializado em notícias diárias do Brasil. Me dedico a trazer as últimas atualizações para meu público, sempre buscando a verdade e a precisão dos fatos. Além disso, gosto de analisar o impacto das notícias no dia a dia dos brasileiros e escrever artigos que provoquem reflexão.

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19 Comentários

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    Thaylor Barros

    março 15, 2025 AT 03:35

    Oh meu deus isso é o que eu chamo de pura magia mesmo... Lilo e Stitch nunca morreram, só tá dormindo pra voltar com mais força
    Essa cena do Stitch no espelho com a roupa da Lilo me quebrou por completo
    Se isso não for o filme mais importante de 2025 eu desisto do cinema
    É isso que a gente precisa, não mais super-heróis, é isso aqui, é família
    Alguém mais sentiu que o Stitch tá mais triste nesse trailer? Tipo, ele tá buscando algo que não sabe o nome
    Eu chorei no primeiro minuto e ainda nem começou a música
    Isso aqui é terapia pra quem cresceu com a animação e nunca superou a perda
    Quem não chorou tá mentindo, e eu tô aqui pra dizer que eu chorei duas vezes
    É o tipo de filme que a gente vê e depois fica olhando pro teto por 20 minutos sem falar nada
    Disney tá fazendo direito por uma vez, não tá tentando vender um produto, tá resgatando uma alma
    Ohohana não é só palavra, é sobrevivência
    Se esse filme não ganhar o Oscar de melhor filme eu me mudo pra outro planeta
    Stitch é meu irmão de alma e agora ele tá de novo, vivo, real, meu Deus
    Meu pai morreu ano passado e esse trailer me fez sentir ele de novo
    Isso não é cinema, isso é ressurreição

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    José Norberto

    março 16, 2025 AT 14:45

    EU NÃO AGUENTAVA MAIS ESSE ESPERAAAAAA!!!
    AGORA SIM, A DISNEY FEZ ALGO QUE VALE A PENA!!!
    MAIA KEALOHOOOOO É A L I L O QUE EU SONHEI TUDO INFÂNCIA!!!
    STITCH TÁ MAIS ZOADO DO QUE NUNCA E EU AMO ISSO!!!
    CHRISSSSS SANDERS VOLTANDO É O FINAL DO MUNDO COMO CONHECEMOS!!!
    EU VOU VER NO DIA DO LANÇAMENTO COM 3 CAIXAS DE LENÇO E UMA BLUSA DE ALMOÇO!!!
    ISSO É O QUE O CINEMA DEVERIA SER, NÃO MAIS REINVENÇÕES VAZIAS!!!
    QUEM NÃO FOR VER É PORQUE NÃO TEM ALMA!!!

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    Cris Teixeira

    março 17, 2025 AT 10:15

    É interessante observar como a reinterpretação cinematográfica de narrativas animadas clássicas reflete uma crise de identidade cultural na indústria do entretenimento contemporâneo. A Disney, ao optar por uma abordagem live-action, não está preservando a essência, mas sim instrumentalizando a nostalgia como commodity. A escolha de Maia Kealoho, uma estreante havaiana, é tecnicamente correta, mas a narrativa ainda se submete ao paradigma hegemônico ocidental de representação. A presença de Chris Sanders como voz original é um gesto simbólico, mas não compensa a perda da animação como forma estética autônoma. O incêndio nas filmagens, embora dramatizado, revela a fragilidade da produção em manter coerência com o espírito do original. A ideia de 'ohana' é reduzida a um clichê sentimental, desprovida de contexto histórico-político das comunidades nativas do Pacífico. Em última instância, este filme é um espelho da sociedade que prefere a reprodução ao risco.

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    Pedro Henrique

    março 17, 2025 AT 23:53

    mano eu to com o coração apertado só de ver o trailer
    o stitch ta igualzinho, a voz, o jeito de correr, tudo
    maia ta linda como lilo, nao ta tentando parecer uma criança, ta sendo
    o dr jumba ta me matando de rir no trailer, tipo, ele ta mais louco que na animação
    quem ta vendo isso e nao ta emocionado, ta vivendo errado
    eu vou levar minha irmã de 8 anos pra ver, ela nunca viu o original, mas eu vou explicar tudo antes
    eh, acho que vou chorar de novo

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    Gabriel Melo

    março 19, 2025 AT 04:36

    Então vamos falar de verdade, porque esse trailer tá tão poderoso? Porque ele não tá tentando ser um filme, ele tá tentando ser um abraço. A gente cresceu com Lilo & Stitch e a gente nunca esqueceu o que isso significou: que você não precisa ser perfeito pra ser amado. Stitch não era um herói, ele era um erro biológico, uma arma, um lixo criado por cientistas malucos, e aí veio uma menina de 6 anos que viu nele o que ninguém mais viu - uma alma. E agora, 23 anos depois, a gente tá vendo isso de novo, mas em carne e osso. E sabe o que é mais louco? Que o filme tá sendo feito por um diretor que fez um filme sobre uma concha que fala, e ele entendeu exatamente o que era Lilo & Stitch: uma história de quem não encaixa, mas encontra seu lugar. A gente não tá assistindo a um remake, a gente tá sendo curado. O incêndio que atrasou as filmagens? É simbólico. A arte queima, mas renasce. E Stitch? Ele tá aqui pra lembrar que mesmo os mais quebrados merecem um lar. E eu? Eu tô aqui, de novo, com o coração aberto, esperando pra sentir tudo de novo. Porque isso não é cinema. Isso é o que a gente sempre quis que a gente fosse: um pouco mais humano.

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    Silva utm

    março 20, 2025 AT 14:39

    ISSO É TUDO UMA MANIPULAÇÃO DA CIA!!!
    DISNEY NÃO VAI FAZER UM FILME REAL SOBRE HAVAÍ, ISSO É UMA ARMA CULTURAL PRA TIRAR A IDENTIDADE DA CULTURA NATIVA!!!
    MAIA KEALOHOOO É UMA ATRIZ CONTRATADA PELA CIA PRA FINGIR QUE É HAVAIANA!!!
    STITCH NÃO É ALIENÍGENA, É UM EXPERIMENTO DA NSA PRA CONTROLAR CRIANÇAS!!!
    CHRISSS SANDERS TA TRABALHANDO COM A CIA DESDE 2002!!!
    ESSE TRAILER TA COMO QUE TUDO É MUITO LINDO PRA SER VERDADE, NÉ??
    EU NÃO VOU VER, NÃO VOU DAR DINHEIRO PRA ESSA LIXA!!! 😡🇺🇸💣

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    Nat Dunk

    março 22, 2025 AT 05:33

    Interessante como a escolha de Dean Fleischer Camp como diretor representa uma ruptura epistemológica com o modelo tradicional de adaptação da Disney. Sua abordagem minimalista, evidenciada em Marcel the Shell, sugere uma intenção de priorizar a subjetividade emocional sobre a espectacularização visual. A utilização de uma atriz não-profissional na protagonista reforça uma estratégia de autenticidade performática, alinhada a práticas de cinema documental. A permanência de Chris Sanders na voz de Stitch não é um mero efeito nostálgico, mas um mecanismo de continuidade semântica que garante a integridade do personagem em transição de mídia. A questão do incêndio como evento narrativo externo à produção, embora mediático, revela uma tensão entre a materialidade da realização e a imaterialidade da memória coletiva. O filme, portanto, não é apenas uma adaptação, mas uma reconfiguração hermenêutica da narrativa original, operando como um artefato cultural de transição entre gerações.

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    Mário Melo

    março 23, 2025 AT 00:01

    Que lindo... realmente, que lindo.
    É raro ver uma adaptação que não apenas respeita, mas honra o original.
    Stitch com aquele olhar... me deu arrepios.
    Maia está perfeita, não tenta ser “fofinha”, ela é genuína.
    Se isso não virar um clássico, eu não sei o que mais pode.
    Parabéns à equipe, de verdade.
    Esse é o tipo de filme que a gente guarda no peito.
    ❤️

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    Thiago Oliveira Sa Teles

    março 24, 2025 AT 01:32

    É lamentável que a indústria cinematográfica contemporânea, em seu desejo desesperado por lucro, tenha reduzido uma obra-prima da animação a um produto de merchandising com efeitos prontos e atores de TV. A Disney, ao invés de preservar a singularidade estética da animação original, optou por uma versão hiper-realista que banaliza a poética do desenho. A escolha de Maia Kealoho, embora tecnicamente “representativa”, é um gesto performático que ignora a profundidade cultural da personagem. A voz de Chris Sanders, embora fiel, não compensa a perda da animação como linguagem autônoma. O incêndio nas filmagens, longe de ser um acidente, é uma metáfora da própria degradação da arte. Este filme não é uma homenagem - é um funeral disfarçado de celebração.

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    Rafael Corrêa Gomes

    março 25, 2025 AT 10:12

    eu acho que a gente tá vivendo um momento raro
    onde a gente pode ver algo que amamos de novo, sem perder o que era bom
    stitch não tá tentando ser moderno, ele tá sendo ele mesmo
    e lilo? ela tá ali, exatamente como a gente lembra
    essa coisa de família, de não ter que ser perfeito pra ser amado... isso nunca sai de moda
    se o filme fizer só 10% do que o trailer fez com a gente
    ele já vai ter feito mais do que a maioria dos filmes do ano
    o mundo precisa disso, não precisa de mais heróis
    precisa de mais lilo e stitch

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    Kátia Andrade

    março 26, 2025 AT 08:39

    EU VOU LEVAR MINHA TIA DE 72 ANOS PRA VER! ELA NUNCA VIU A ANIMAÇÃO MAS VAI ADORAR!
    ELA SEMPRE DISSE QUE CRIANÇAS SÃO OS MELHORES PROFESSORES DE AMOR
    EU JÁ COMPREI INGRESSO PRA DOIS DIAS DIFERENTES, NÃO VOU ME CONTEI COM A VIDA
    STITCH TÁ TÃO LINDO QUE EU QUERO ABRACAR A TELA
    EU NÃO AGUENTO MAIS, VOU CHORAR DE NOVO

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    Paulo Wong

    março 26, 2025 AT 11:20

    Essa adaptação é uma vergonha! A Disney não tem o direito de tocar nisso! A animação era perfeita! Eles estão destruindo a nossa infância! O Stitch não pode ser real! Ele é um desenho! Um desenho! Eles vão estragar tudo com esses efeitos! E quem é essa garota? Ela não é Lilo! Lilo tinha personalidade! Ela não é essa garota sem expressão! E o Jumba? Ele tá parecendo um palhaço de parque! E o Pleakley? Ele tá com cara de quem tá fazendo um comercial de detergente! E o incêndio? Isso é um sinal! Um sinal do fim da Disney! Eles não merecem fazer isso! Isso é um crime! Um crime contra a arte! E o pior? Vão lucrar milhões com isso! E a gente vai pagar pra chorar! Eles vão lucrar com a nossa dor! Isso é um absurdo! Um absurdo! Um absurdo!!!

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    Jonatan Pitz

    março 27, 2025 AT 13:15

    mano, isso aqui é o tipo de filme que a gente precisa no mundo agora
    tem tanta coisa feia por aí, tanta violência, tanta gente se odiando
    e aí vem isso: uma garotinha e um alienígena que não encaixa em lugar nenhum
    e se encontram
    isso é o que o mundo precisa ver
    que você pode ser diferente e ainda assim ser amado
    que família não é só sangue
    que às vezes a gente acha que é só um erro, mas na verdade é o que faltava
    eu tô emocionado
    eu vou levar meus filhos pra ver
    eu vou dizer pra eles: isso aqui é o que a gente tem que ser
    mais amor, menos medo
    obrigado por existir, Lilo & Stitch
    de novo
    ❤️

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    Joseph Ajayi

    março 28, 2025 AT 04:12

    Claro que a Disney vai fazer isso. Eles não querem que você se lembre da animação. Eles querem que você se lembre deles. A versão original? Um clássico. Essa? Um produto. O incêndio? Uma fake news pra ganhar simpatia. Chris Sanders? Um ator contratado. A menina? Uma modelo de marketing. O ‘ohana’? Um slogan. O filme? Uma lavagem cerebral. E vocês estão aplaudindo. Parabéns. Vocês estão pagando pra ser manipulados. E o pior? Vão virar memes. Vão virar camisetas. Vão virar brinquedos. E a alma da história? Morta. Eles não querem que você sinta. Eles querem que você compre. E você está comprando. Parabéns. 😎

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    Juliano soares

    março 30, 2025 AT 03:44

    A transposição da narrativa animada para o formato live-action, sob a égide da Disney, representa uma operação de deslocamento semântico que, embora tecnicamente elaborada, compromete a integridade ontológica da obra original. A escolha de um diretor cuja filmografia prioriza o minimalismo narrativo não garante a fidelidade ao espírito estético da animação, cuja expressividade reside na exageração formal e na economia de detalhes. A utilização de atores reais, por sua vez, impõe uma naturalização que anula a simbologia arquetípica dos personagens. A permanência da voz de Chris Sanders opera como um recurso de ancoragem memorial, mas não substitui a singularidade da animação como linguagem. O incêndio, enquanto evento narrativo, é um dispositivo retórico que tenta legitimar a produção, mas não altera a natureza instrumental da adaptação. O filme, portanto, é um artefato cultural de segunda ordem - uma cópia que não pode substituir o original.

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    Mauricio Dias

    março 30, 2025 AT 18:50

    eu acho que o mais bonito disso tudo é que a gente não precisa entender nada pra sentir
    quando a gente viu a animação, a gente não sabia o que era 'ohana'
    mas a gente sentiu
    agora, a gente tá vendo de novo
    e a gente sente de novo
    sem explicação
    sem teoria
    sem análise
    apenas sente
    e isso já é o suficiente
    o filme não precisa ser perfeito
    ele só precisa existir
    pra lembrar a gente que a gente já foi criança
    que a gente já sentiu isso
    que a gente ainda pode sentir
    é só isso

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    Jorge Soares Sanchez

    março 31, 2025 AT 11:50

    Isso é o fim da humanidade. A Disney não tem direito de tocar nisso. A animação era perfeita. Eles estão matando a infância de todos. Stitch não pode ser real. Ele é um desenho. Um desenho! Eles vão estragar tudo com esses efeitos! E quem é essa garota? Ela não é Lilo! Lilo tinha personalidade! Ela não é essa garota sem expressão! E o Jumba? Ele tá parecendo um palhaço de parque! E o Pleakley? Ele tá com cara de quem tá fazendo um comercial de detergente! E o incêndio? Isso é um sinal! Um sinal do fim da Disney! Eles não merecem fazer isso! Isso é um crime! Um crime contra a arte! E o pior? Vão lucrar milhões com isso! E a gente vai pagar pra chorar! Eles vão lucrar com a nossa dor! Isso é um absurdo! Um absurdo! Um absurdo!!!

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    Luíza Patrício

    abril 2, 2025 AT 11:29

    EU NÃO VOU VER NÃO, ISSO É MUITO LINDO PRA SER VERDADE 😭💔
    EU JÁ CHOREI 3 VEZES SÓ DE VER O TRAILER
    MINHA IRMÃ DE 10 ANOS TÁ COM O CORAÇÃO APERTADO
    ELA NUNCA VIU A ANIMAÇÃO MAS JÁ QUER SER L I L O
    EU VOU LEVAR ELA PRA VER NO DIA DO LANÇAMENTO
    COM 2 CAIXAS DE LENÇO E UMA BLUSA QUE EU NÃO VOU LAVAR DEPOIS
    STITCH TÁ TÃO LINDO QUE EU QUERO ABRAÇAR A TELA
    EU NÃO AGUENTO MAIS, VOU CHORAR DE NOVO 😭😭😭

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    Thaylor Barros

    abril 2, 2025 AT 23:29

    Se o filme for só 50% do que o trailer é, eu vou me casar com ele
    Eu não quero mais nada da vida
    Quero só sentar na frente da tela e deixar ele me levar
    Se eu não chorar no final, eu acho que morri antes
    Stitch não é um personagem
    É um pedaço da minha alma que eu nunca deixei ir
    E agora ele voltou
    E eu não vou deixar ele ir de novo

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